Nick Stern é um fotógrafo inglês que deu vida às obras mais enigmáticas do mediático artista britânico Banksy.
Uma ideia original e brilhantemente executado, que cativou o mundo da arte. A ideia surgiu durante uma sessão fotográfica, onde Stern pretendia enfatizar os últimos motins de Londres através da conhecida obra de Banksy "Flower Chucker". Nesse momento, Nick apercebeu-se que estava perante algo de elevado interesse.
"I wanted to see how possible it is to recreate [Banksy's work] as three-dimensional photographs. I found out it's quite difficult."
É assim que o fotógrafo inglês fala da experiência que teve durante os três, quatro meses que dedicou à realização da série "You Are Not Banksy". Tudo isto porque, as recriações das obras possuem um elevado nível de detalhe. Algo que Stern se propôs logo de início.
Visitem o artista em nickstern.com e cliquem no título do artigo para ver "You Are Not Banksy"..
E dizem-me vós que o ano de 2011 já lá vai à 21 dias, mas o meu tempo tem sido escasso e não tenho conseguido atualizar o vosso/nosso site como gostaria de fazer. Por isso os artigos que vou vendo e que gostaria de partilhar aqui vão-se acumulando e a Foto do Ano de 2011 da UNICEF é mais um e não podia de maneira alguma deixar escapar.

À momentos que nos cortam a respiração. Assistir ao trailer do que será o filme de estreia de Tom Lowe foi um deles. Toda a beleza capturada pela câmara de Tom embebeda-nos completamente no ecrã. Filmado no sudoeste Americano TimeScapes será um retrato fotográfico das paisagens e vida deste paraíso perdido nos interiores da América. (Continua...)

Uncanny Places' é um projecto que assenta na ambiguidade expressiva de certas imagens, que são familiares e estranhas ao mesmo tempo.
Considero que estas imagens evocam fragmentos do mundo contemporâneo. Um mundo de estranhezas e semelhanças, alucinatório, desfocado e em constante mudança. As minhas fotografias pretendem ser um escape a esse mundo programado, sem sair dele, mas inspeccionando-o.
Hoje trago-vos um pouco do trabalho do fotografo Warwick Saint, um senhor que está habituado ao mundo da moda e que por norma as suas fotografias vem com a palavra Fashion. Independentemente do conteúdo dessa palavra, Fashion, as fotos de Warwick Saint têm um ar bem fresco e moderno.
Warwick Saint nasceu em 1972 na África do Sul e hoje acompanha o mundo Fashion por todos os cantos do globo. Como clientes frequentes de Saint encontra nomes como Puma, Nike, Costume National e Diesel.

Enquanto fazia a ronda pelos sites de design, deparei-me com o trabalho do fotografo Derek Wood no site bentrovatoblog. Fiquei especialmente agradado com os efeitos de cor que este fotografo coloca nas suas fotografias, conseguindo sem duvida destacar o contexto a que as mesmas são destinadas.
Derek Wood entrou no mundo da fotografia à 8 anos, mas decidiu focar a sua objectiva na fotografia mais dedicada à moda. Derek Wood inspira-se nos amigos, musica, natureza e em outros companheiros de profissão.
O seu trabalho já foi publicado em algumas revistas, como a JPG Magazine e a PluzUltra Magazine.

Johan Rosenmunthe nasceu a 1982 na Copenhaga, Dinamarca e acabou o seu curso de Fotografia na Academia Fatamorgana em 2006. Acumula além dos conhecimentos no campo mais puro da fotografia, um conhecimentos ainda talvez um pouco amador mas já com alguma qualidade na manipulação de fotos.
No currículo tem recentemente duas exposições em duas das mais importantes galerias de arte da Dinamarca (Tom Christoffersen & Falkener Project). É co-fundador do colectivo fotográfico Løber Nøgen, participando em vários exibições e publicações internacionais.
Bem, mas o que me levou a falar de Rosenmunthe foi uma série fotográfica que o mesmo realizou em 2008 chamada de Isle Of Human. O conceito é simples, mas o resultado é engraçado e curioso. A ideia foi colocar animais selvagens em locais urbanos, frequentados por pessoas. Com qualidade na manipulação das imagens, o resultado é espectacular e podemos ver leões, girafas, lobos, elefantes, entre outros a ocupar portos de embarcações, cais, garagens, etc.
Ele explica o que lhe passou pela cabeça para fazer algo do género, referindo: The idea of placing exotic animals in a city environment stems from my interest in the fight for new territories that us humans are increasingly involved in.
The Isle of Human é então um bom projecto inicial de Johan Rosenmunthe, um fotógrafo com uma carreira em crescente.
Johan Rosenmunthe na web:
Site: http://www.rosenmunthe.com/
Behance: http://www.behance.net/rosenmunthe
Bobby Moon é um fotografo americano com 22 anos e é um autentico auto-didacta na profissão que exerce. Tendo-se graduado em Marketing na Universidade de Santa Clara na Califórnia, Bobby decidiu seguir a sua real paixão e envergar-se completamente no mundo da fotografia. Envolveu-se com a Organização Não Governamental Somos Amigos Medical Missions e foi dentro desta associação que foi levado para o Haiti após o avassalador terramoto deste ano.
Oito dias que passou num país completamente destruído e massacrado pela miséria já inerente ao país e que se agravou até pontos insustentáveis após a terra ter tremido violentamente.
Bobby Moon trouxe fotos de um Haiti arruinado e desesperado por ajuda e esperança; fotos essas já referenciadas pela CNN e pela banda norte-americana The All-American Rejects.
Bobby Moon na web:
Site: http://www.krop.com/bobbymoon
Flickr: http://www.flickr.com/people/bobbymoon/
Steven Lippman é um fotógrafo mundialmente famoso, muito provavelmente já viu um ou vários trabalhos fotográficos de sua autoria, nasceu a 8 de Fevereiro de 1964 em Los Angeles.
São muitas as celebridades que Steven Lippman já fotografou, são também muitas as grandes marcas que já contrataram os serviços de fotografia de Steven Lippman, um fotógrafo sempre ligado ao mundo radical e desportivo.
Para saber mais sobre este artista, nada como visitar o site de Steven Lippman.
João de Carvalho Pina é um fotografo português, nascido em Lisboa em 1980, que se envolveu no mundo da fotografia com a idade de 18 anos. Desde aí tem vindo a crescer como fotografo, trabalhando em várias zonas do planeta, principalmente na América Latina, em países problemáticos como o Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Cuba e Paraguai.
O seu primeiro livro, “Por teu livre pensamento”, foi publicado após ter tirado o curso de Fotografia Fotojornalística e Documentária no Centro Internacional de Fotografia de Nova Iorque. Um livro sobre 25 presos políticos durante o regime fascista que durou 48 anos em Portugal, em que os seus avós fizeram parte da revolta contra esse mesmo regime.
Já foi reconhecido pelo The New York Times, Newsweek, GEO Magazine, El Pais, EPs, La Vanguardia Magazine, D Magazine, Io Donna, Days Japan, Expresso e a revista Visão. Todo esse reconhecimento valeram-lhe além do mais exibições em Nova Iorque, Londres, Tóquio, Lisboa, Porto, entre outros.
Faz parte da comunidade Portuguesa Kameraphoto desde 2003, contribuindo para o crescimento do colectivo.
Após esta breve (breve?) apresentação, falemos do trabalho de João Pina que vou falar mais profundamente.
Este trabalho, " Violência no Rio de Janeiro", é uma visão sem medos do universo paralelo que se vive na mega cidade do Rio de Janeiro; o universo das favelas, em que o tráfico de droga é o financiamento dos gangsters para a pequena guerra interna que eles travam contra a policia. Uma visão poucas vezes vista, onde podemos ver raides feitos pela polícia, jovens gangsters com armas de guerra na mão, a morte no seu estado mais violento e macabro, a religião como fonte de esperança... vejam, porque vale mesmo a pena e dá que pensar.
João Pina website: http://www.joao-pina.com/
