400M€. Este foi o preço que os investidores árabes tiveram que pagar só para poder usar o nome do famoso museu francês. Como só este número não fosse só por si exorbitante , temos ainda que contar com mais os 25M€ que foram doados ao museu de Paris. E por fim, acresce-se mais uns 575M€ em troca de empréstimos de obras, de consultorias de gestão e exposições de galerias especiais. Um total que perfaz um número tão redondo que prefiro nem o mencionar. Isto sem falar no preço do museu em si! (Continua aqui...)
“Eu introduzo a arte na arquitetura e a arquitetura na cidade” é uma das frases mais famosas de Jean Nouvel, arquiteto vencedor do Prémio Pritzker em 2008; prémio esse que foi ganho pelo português Eduardo Souto Moura o ano passado.
A frase citada por mim de Jean Nouvel, deve-se ao facto de esta demonstrar perfeitamente o que se espera de projetos vindos deste arquiteto francês, verdadeiras obras de arte contemporânea. E quando se junta a visão surreal do Moussier Jean Nouvel com os infindáveis fundos da mundo Árabe, só se pode esperar algo que só poderia ser realizável nos confins das nossas imaginações, até agora. (Continua aqui...)
A precisão e controlo que a mão do artista chinês Chan Hwee Chong possui é algo que nunca tinha visto admito. Numa promoção à linha das canetas artísticas da Faber Castell, Chan pega numa única caneta e com um único traço em espiral recriou três das mais importantes obras primas da história da arte.
Hoje trago-vos a jovem Kali Ciesemier, uma ilustradora singrando nos mares da produção remunerada e do reconhecimento (merecido). Ciesemier cresceu nos campos fertéis de Chicago, Illinois.
Com grande ousadia e mérito formou-se com um BFA em Ilustração em Maryland Institute College of Art.
Sem muito que dizer acerca de esta jovem Ilustradora, deixo-vos as suas criações.
O terceiro evento do Festival de Arte Urbana da Covilhã já foi concluído e a artista catalã BTOY foi a escolhia para presentear a cidade com arte.
BTOY é a primeira artista internacional a entrar em "palco" no festival, seguindo-se aos artistas nacionais, Vhils e a Coletiva ARM. Fiel a si própria, tivemos uma composição com base numa fotografia e desta feita de um pastor que seria este o elo de ligação entre a sua arte e a cidade.

Já ontem tínhamos divulgado a nova exposição de Eime que terá lugar nas Caldas da Rainha. Hoje vimos ainda mencionar que decorre no espaço da Monsters Family, o qual atendemos à inauguração, uma outra exposição individual do mesmo artista.
Até Janeiro poderão visitar a Monsters Family e visitar a exposição que tem pelo nome "You Can't See". Mais informações, consultem o cartaz abaixo.
Dia 19 de Novembro pelas 17h, na loja Vanity Land nas Caldas da Rainha, o artista Eime, que entrevistamos aqui, irá inaugurar uma exposição a solo com os seus últimos trabalhos.
A exposição estará em aberto até dia 16 de Dezembro e tem o nome de “I Don’t Want My Black Eyes”. Mais informações, consultem o cartaz abaixo.
O Festival de Arte Urbana da Covilhã já foi por aqui mencionado. Na altura o WOOL ia no seu primeiro evento e contou com a presença da Colectiva ARM que estiveram no seu melhor, desenvolvendo uma gigantesca peça cheia de significado, a qual podem saber mais na sua entrevista dada ao site h2tuga. Leiam, porque vale a pena saber mais sobre estes talentosos artistas nacionais. (continua...)











